quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Projeto 1

Ola caro amigo leitor online, esse blog esta dedicado principalmente para a apresentação dos projetos da nossa equipe. E ai vai o primeiro projeto:

A pesquisa

Projeto da equipe:Oganização WLJJA

Ola caro leitor online, esse blog foi criado exatamente para divulgar os nosso projetos lego. Aqui vai o primeiro

A Pesquisa

1) Muita poluição no ar, esta causando climas mais quentes, como conseqüência, mais chuvas. Foi o caso de 22 de novembro, devido a muita chuva ocorreu uma inundação, e desbarrancamento.devido a esses aspectos a água em Blumenau ficou muito poluída.

1)B) Água dos ribeirões de Blumenau está poluída

Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema) de janeiro a dezembro do ano passado mostra que a qualidade da água do rio Itajaí-Açu e dos cinco maiores ribeirões da cidade está aquém do estabelecido pela legislação. A autarquia, em parceria com o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), faz mensalmente (desde 1997) uma coleta de água em 18 pontos fixos dos ribeirões e do rio Itajaí-Açu para verificar a qualidade dos mesmos, já que juntos eles abastecem quase todo município. A análise é feita pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de Blumenau (IPTB), da Universidade Regional de Blumenau (Furb).

De acordo com o levantamento, nenhum deles ficou dentro dos parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 357/05, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), no que diz respeito à quantidade de coliformes fecais. A legislação estabelece que o índice de coliformes fecais deve atingir, no máximo, 1 mil NPM (unidade de medida utilizada). No entanto, o rio Itajaí-Açu, principal da região, atingiu a marca de 3.760 NPM, três vezes mais que o permitido. Os ribeirões Fortaleza e da Velha, que cortam dois dos maiores bairros da cidade, superaram a média permitida em mais de 30 vezes, 35.645 e 30.579 NPMs, respectivamente.

“Diante disso, podemos dizer que a qualidade da nossa água está comprometida”, afirma Rosalene Zumach, diretora de monitoramento e controle da poluição da Faema, ressaltando que mesmo após o tratamento, a qualidade da água consumida pela população não é a ideal. Os números do primeiro trimestre de 2007 ainda não foram tabulados pela Faema.

Crise reflete falta de conscientização dos setores público e privado
Para Rosalene Zumach, diretora de monitoramento e controle da poluição da Faema, a qualidade da água piora devido a problemas como o crescimento populacional, a ocupação desordenada de algumas áreas e a falta de saneamento básico. Ela acredita que o quadro pode ser revertido, desde que a população crie consciência. “Muitas pessoas creditam a poluição da água às empresas, no entanto, a parcela delas é mínima”, assegura Rosalene.

Renato Jung, presidente da Associação Catarinense de Preservação da Natureza (Acaprena), diz que os índices apontados pela pesquisa refletem o descaso da população, mas também do poder público com os cuidados ambientais na cidade. “Quase todos tem os conhecimentos teóricos de ações para a preservação da natureza, mas não os colocam em prática”, dispara Jung, criticando a estagnação do saneamento básico em Blumenau (2%).

O gerente da Vigilância Sanitária e Ambiental de Blumenau, Marcelo Schaefer, lamenta o fato de Blumenau não contar com uma legislação que melhore esse panorama, já que atualmente não se exige a instalação de fossa e filtro dimensionada para expedir o Habite-se, documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela prefeitura. “A solução para esse problema é política. Além da alteração na lei, é necessário aumentar a rede coletora de esgoto em toda a cidade”, diz Schaefer, ressaltando que além dos mananciais, 97% dos poços artesianos abertos pela comunidade também estão contaminados.

1)C) soluções

Com o intuito de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, entre 16 e 23 de março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, pesquisadores e autoridades de diversos países aprovaram vários documentos que visam a tomada de atitudes para resolver os problemas hídricos mundiais. Estes documentos, reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão e a eficiente administração dos recursos hídricos do planeta.

Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no dia-a-dia todas as pessoas podem colaborar para que a água doce não falte no futuro. A preservação, economia e o uso racional da água deve estar presente nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer perigosas conseqüências num futuro pouco distante.

1)D) São Paulo

1)E) Se o assunto é água, o Brasil é um país privilegiado. Sozinho, detém 12% da água doce de superfície do mundo, o rio de maior volume e um dos principais aqüíferos subterrâneos, além de invejáveis índices de chuva. Mesmo assim, falta água no semi-árido e nas grandes capitais, porque a distribuição desse recurso é bastante desigual. Cerca de 70% da reserva brasileira de água está no Norte, onde vivem menos de 10% da população. Enquanto um morador de Roraima tem acesso a 1,8 milhão de litros de água por ano, quem vive em Pernambuco precisa se virar com muito menos – o padrão mínimo que a ONU considera adequado é de 1,7 milhão de litros ao ano. A situação pode ser pior nas regiões populosas, nas quais o consumo é muito maior e a poluição das indústrias e do esgoto residencial reduz o volume disponível para o uso. É o caso da bacia do rio Tietê, na região metropolitana de São Paulo, onde os habitantes têm acesso a um volume de água menor do que o recomendado para uma vida saudável.

Além da poluição, o que preocupa a maior metrópole do país é a ocupação irregular das margens de rios e represas, como a de Guarapiranga, que mata a sede de 3,7 milhões de paulistanos. A seu redor, vivem cerca de 700 mil habitantes. Com o desmatamento das margens para a construção das casas, grande quantidade de sedimentos foi arrastada para a represa, que perdeu sua capacidade de armazenamento e ainda recebe o esgoto de muitas residências. O problema se repete na represa Billings, também responsável pelo abastecimento de São Paulo. Esse manancial é destino final das águas poluentes que são bombeadas dos rios Tietê e Pinheiros para manter seu curso.

A alternativa foi trazer água de uma bacia hidrográfica vizinha, a do rio Piracicaba-Jundiaí-Capivari, que abastece a metade da metrópole paulistana. Isso acabou gerando uma disputa regional. No total, 58 municípios compartilham esse manancial, e a solução foi criar o Banco das Águas, um acordo que estabelece cotas de captação para a região metropolitana de São Paulo (31 metros cúbicos por segundo) e para o conjunto dos municípios da região de Piracicaba (5 metros cúbicos por segundo). Nesse sistema, tanto um lado como o outro podem ir além desses limites como compensação, caso tenha retirado menor quantidade de água em períodos anteriores.

DEMOCRATIZAÇÃO DA ÁGUA
Essa política de uso das águas foi definida por um comitê, formado em 1993, para acabar com a briga sobre quem tinha direito a que nessa bacia hidrográfica. Esse modelo, pioneiro no Brasil, inspirou quatro anos depois a Lei das Águas, dando a possibilidade de criar em nível nacional um sistema que harmonizasse os diversos usos dos mananciais – geração de energia, abastecimento da população e irrigação de cultivos. A Agência Nacional de Águas é o órgão do governo federal responsável pela gestão dos recursos hídricos no país. Esse trabalho é conduzido em parceria com os Comitês de Bacia, que se espalharam no Brasil, após a nova legislação. Os comitês reúnem representantes da sociedade civil em cada região para sugerir iniciativas para preservar os rios e evitar conflitos.

2) Um robô com função de carregamento movido a energia solar, de 40 cm de altura. Esse robô tem a capacidade de separar a água potável da água poluída, e transformar a água poluída em água potável. Para representar água potável pegamos um bloco azul e escrevemos água potável e ouro bloco de outra cor para representar a água poluída. Colocamos a água potável em cima da poluída e nosso robô pega a água potável e carrega ate o reservatório despeja e retorna para pegar a água poluída, carrega até o filtro onde a água poluída passa pelo o processo de filtração e se transforma em água potável.( ou seja troca os blocos)